Meu CV

Tem gente que vira designer porque ama estética. Eu virei porque não consigo ver um problema sem querer entender o que está causando ele.
Dez anos depois, ainda funciono assim. Entra um produto com gargalo, sai com diagnóstico, estrutura e uma lista de decisões que fazem mais sentido do que as anteriores. Às vezes junto com um protótipo navegável. Às vezes com um processo inteiro reestruturado do zero.
Trabalhei em fintech, SaaS e EdTech porque são os contextos onde design mal feito custa mais caro. Onboarding que confunde usuário vira ligação no suporte. Fluxo de cadastro truncado vira lead perdido. Interface bonita mas sem hierarquia vira produto que o time de vendas não consegue explicar para o cliente.
Aprendi a medir isso. Numa das empresas que atuei, o custo de atendimento caiu mais de trinta vezes para quem usava o app. Em outra, o redesenho do onboarding aumentou em quinhentos por cento as validações de cadastro concluídas. Num projeto de EdTech, a meta de vendas era dezesseis. Vendemos cem.
Hoje atuo como consultor independente pela Tec F5, atendendo projetos no Brasil e fora. Sou reconhecido como Top 50 Mentor Global de UX Research pela ADPList, o que basicamente significa que converso com muita gente sobre produto e design, e que isso tem funcionado para as pessoas do outro lado.
Uso IA no processo de design onde ela faz sentido, principalmente em discovery e especificação, mas sem abrir mão de pesquisa com usuário real. Ferramenta acelera. Entendimento do problema não tem atalho.
Fora do trabalho, sou obcecado por cinema, teimoso com ferramentas novas que precisam ser testadas e divido o escritório com a Sky, minha cachorra que ainda não entendeu por que home office significa trabalho e não brincadeira.
Se você tem um produto que não está entregando o que deveria, provavelmente tem um diagnóstico que ainda não foi feito direito. Posso ajudar com isso.
Principais certificados e reconhecimentos















